Expo 2020 Dubai Pavilhão de Portugal

Pavilhão de Portugal
Portugal, Um mundo num país, eis o mote para uma viagem emocional e sensorial que dará a descobrir os valores humanistas dos portugueses e o seu espírito de acolhimento, de diversidade, de autenticidade.
Convidamos o visitante para uma viagem pelo nosso território simbólico, tendo por protagonista o ser humano. Criámos uma experiência que simboliza futuro, esperança, emoções, valores e princípios que nos juntam ao resto do mundo.

Trova e dança tradicional no Dia de Angola na Expo

Divulgar e promover a “Energia para todos” é o grande objectivo da participação de Angola na Expo Astana 2017, que hoje comemora o seu dia nacional na exposição, com a realização de várias actividades com destaque para a gala a ser animada pelo Duo Canhoto, Ballet Kilandukilu e Nelo de Carvalho.

As comemorações do Dia de Angola na Expo Astana estão a servir para mostrar, na capital da República do Cazaquistão, as potencialidades culturais do país, sobretudo a trova feita pelo Duo Canhoto, formado por Antero Ekuikui e Guilherme Maurício, a dança tradicional produzida pelo Kilandukilu e a rítmica nacional de Nelo de Carvalho.

O Kilandukilu, considerado o embaixador angolano da dança tradicional, é detentor de um vasto repertório de obras que retratam as diferentes regiões do país. Por essa razão, as suas exibições no país e no estrangeiro têm sido coroadas de muito êxito.
À semelhança da sua participação em anteriores exposições internacionais, espera-se que o grupo, um dos escolhidos para animar as comemorações do dia nacional na Expo 2017, tenha a mesma proeza.

A dupla, Antero Ekuikui e Guilherme Maurício, pioneiros da trova em Angola, vai aproveitar a oportunidade para interpretar temas do seu primeiro álbum “Lado esquerdo” e do cancioneiro popular angolano, retratando o dia-a-dia dos angolanos, num casamento perfeito entre voz e melodia.
Nelo de Carvalho é um artista que cria outras “pontes”, numa incursão arrojada pela fonética hispânica, os ritmos afro-latinos e ibéricos, numa miscelânea de sons muito presentes no seu mais recente disco multicultural.

O disco “Las voces y los cantos”, lançado no início do mês, em Lisboa, encerra a trilogia discográfica do músico, depois das apresentações dos álbuns “Encontros” (2013) e “Reencontros” (2015).

A caravana artística nacional tem prevista a realização de seis espectáculos desde ontem até 3 de Agosto, no pavilhão de Angola e um no pavilhão africano, na segunda-feira, por ocasião do Dia da Mulher Africana.

Visitas ao pavilhão
Segundo dados estatísticos, até ontem, um total de 180 mil visitantes de vários países tinha passado pelo pavilhão de Angola, cuja temática centra-se em duas questões chaves: “Energia no combate à pobreza” e “Acesso à energia limpa como método de catalisação do desenvolvimento económico”.
O pavilhão está estruturado com base nas duas teses e invoca os últimos projectos e políticas sugeridos pelo Governo de Angola, incluindo o Plano Nacional de Energia.
Neste plano de longo prazo, é recomendada a utilização de energia ecologicamente limpa que reflecte os esforços de mitigação das mudanças climáticas e também novas aspirações visando assegurar o acesso a soluções energéticas ecologicamente limpas e eficientes para todos como um método de superação da pobreza. Estimula o desenvolvimento e a assistência no desenvolvimento de um modo de vida mais sustentável para as gerações futuras.
Uma mesa-redonda sobre “Oportunidades de negócios e investimentos em Angola”, que contou com a participação do ministro da Economia, Abraão Gourgel, e do secretário de Estado das Águas, Luís Filipe da Silva, foi realizada ontem, na Expo Astana 2017.

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MUSEU NACIONAL DOS COCHES

Museu Nacional dos Coches – Museografia Multissensorial Para a Jóia da Coroa Portuguesa

O novo Museu Nacional dos Coches reabre ao público agora completo com o programa museográfico, a componente que lhe faltava desde 2015.
O museu reúne uma coleção única no mundo de viaturas de gala e de passeio do século XVII ao século XIX, na sua maioria provenientes dos bens da coroa ou propriedade particular da Casa Real Portuguesa, classificada como Tesouro Nacional.

O programa museográfico para o novo Museu Nacional dos Coches, o museu público mais visitado em Portugal no último ano, foi pensado e desenhado para que os visitantes se deixem seduzir pela história de uma das mais notáveis coleções do género, revelando simultaneamente a extraordinária história de Portugal e das Artes Decorativas.

A execução do projeto museográfico é da responsabilidade da MUSE e engloba a produção, instalação e construção museográfica; produção e desenvolvimento de conteúdos multimédia, audiovisuais e produção gráfica; produção e construção de mobiliário expositivo, cenografias e modelos; equipamento e instalação multimédia e audiovisual.

Os conteúdos e recursos expositivos encontram-se estrategicamente colocados ao longo do percurso expositivo revelando aos visitantes a extraordinária evolução técnica dos transportes de tração animal das cortes europeias, apresentando paralelamente a evolução do estilo nas artes decorativas tão bem expressas na ornamentação dos carros reais.

A estratégia narrativa da exposição permanente inicia-se com o coche mais antigo da coleção, o Coche de Filipe II – uma viagem cronológica que se inicia no séc. XVI, atravessa o séc. XIX e culmina em meados do séc. XX. O visitante é convidado à descoberta da coleção através de vinte núcleos expositivos.

O programa museográfico inclui também a colocação de barreiras de proteção dos coches, que se podem definir como a estrutura física da exposição, e que têm como objetivo fundamental apresentar e facilitar o acesso do visitante aos conteúdos, cumprindo uma tripla função: estética, funcional e técnica.

Conteúdos Interativos e Multissensoriais
Nas barreiras delimitadoras são apresentados vídeos e interativos que contextualizam a coleção.
Nos suportes interativos é possível consultar a caracterização técnica das viaturas e acompanhar o seu percurso e conhecer as principais cerimónias em que estiveram envolvidos.

Na visita 360º é possível conhecer em detalhe cada viatura no seu interior e exterior. O utilizador pode redirecionar as imagens em todas as direções (360º) e fazer zoom in e zoom out. Um rodapé com botões de navegação permite o acesso a informação detalhada sobre aspetos particulares do coche, assim como aceder à página similar para a visita virtual exterior.

Os objetos em exposição nas vitrinas apresentam a riqueza do acervo museológico do Museu Nacional dos Coches, num diálogo permanente com a disposição das viaturas. A produção e a montagem dos suportes expositivos é um exemplo do rigor do trabalho museográfico que obedeceu aos princípios museológicos relativos à conservação preventiva, de acordo com a tipologia de objetos expostos. A legendagem das peças é apresentada em quatro idiomas: português, inglês, francês e castelhano.

A colecção no seu todo contribui para uma explicação do conteúdo da exposição e proporciona uma experiência multissensorial.

Projeções De Grande Formato

A experiência do visitante é enriquecida pelas projeções de grande formato que dão vida às paredes brancas do edifício. A MUSE é a responsável pelo projeto de produções audiovisuais e multimédia.

Os ecrãs com 30 metros de comprimento, em cada nave da exposição, resultantes em 20 sequências, contextualizam o espaço expositivo, adicionando elementos informativos e iconográficos ao cortejo de coches, berlindas, carruagens, seges, carrinhos de passeio, liteiras, cadeirinhas e carrinhos de criança das cortes europeias.

Ilustrações Para Os Públicos Mais Novos

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A pensar no público mais novo, dos 3 aos 12 anos, foi criada uma sequência animada de ilustrações, acompanhada de legendas, também em 4 idiomas. A narrativa usa uma linguagem estilizada, cativante e um imaginário abrangente.

No novo Museu Nacional dos Coches, espaço projetado pelo arquiteto brasileiro Paulo Mendes da Rocha, Prémio Pritzker 2006, o visitante pode demorar-se por dois edifícios com quatro pisos, duas salas de exposição permanente, uma sala de exposições temporárias, auditório, serviço educativo, um laboratório, oficinas, zonas técnicas e administrativas, ocupando 15.177 metros quadrados nos terrenos das antigas Oficinas Gerais do Exército.

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MUSE - Pavilhão de Angola 2015 - 2 Milhões de visitantes

Pavilhão de Angola conquista Prémio de Melhor Pavilhão

Com 5 prémios e um record absoluto de 2 milhões de visitantes, o Pavilhão de Angola na Exposição Mundial de Milão é o grande vencedor em todas as categorias.

– 1.º Prémio: Melhor Pavilhão – Class Expo Pavilion Heritage Awards
– Medalha de Prata: Melhor Desenvolvimento do Tema BIE – Bureau International d’Expositions
– Medalha de Ouro: Institucional BIE – Bureau International d’Expositions – Steering Committee of Pavilion Commissioner General, para Albina Assis Africano, presidente e comissária-geral de Angola
– Prémio Especial: World Association of Agronomists (WAA) – Class Expo Pavilion Heritage Awards
– Prémio Especial: Women and Architecture ArcVision – WE Women for Expo para a arquiteta angolana Paula Nascimento

Dia 27 de outubro, às 13h47, o visitante número 2 milhões cruzou as portas do Pavilhão de Angola na Expo Milão 2015. Um recorde absoluto de visitantes ao Pavilhão de Angola que vai ficar na história da participação do país em exposições mundiais.

Foram mais de 13 mil visitantes por dia que em média visitaram a exposição do Pavilhão de Angola ao longo dos últimos seis meses que explorou o tema Alimentação e Cultura: Educar para Inovar.

Desde que a EXPO Milão abriu as portas em Maio que o Pavilhão de Angola foi considerado pelos visitantes como um dos pavilhões mais espetaculares. Apontado entre os 5 melhores pavilhões, foi líder de recomendações e de popularidade em vários tops de websites e de meios de comunicação.

No website ExpoAdvisor, o Pavilhão de Angola esteve sempre no 1.º lugar do top de votações do público, descrito como um dos pavilhões que não se poderá deixar de visitar. A grandiosidade e beleza arquitectónica do Pavilhão de Angola, com a sua imponente e original fachada em madeira, com a inscrição Angola, atraem a atenção dos visitantes logo à entrada da exposição.

A par da originalidade e beleza do conceito arquitectónico, um imbondeiro que assume a forma de uma árvore expositiva, o espaço é também distinguido pela forma como tema global da exposição foi interpretado, oferecendo uma experiência de visita muito diversa e vibrante.

Os prémios conquistados pelo Pavilhão de Angola

Após 184 dias de exposição, a Expo Milão que elegeu o tema “Alimentando o Planeta, Energia para a Vida” chega ao fim, com o pavilhão angolano a culminar uma admirável campanha, atingindo um amplo reconhecimento e conquistando cinco importantes prémios.

Entre estes, o Prémio de Melhor Pavilhão da Exposição Mundial Milão 2015, atribuído pela Class Expo Pavilion Heritage Awards, competição que distingue o pavilhão que melhor soube comunicar e interpretar o TEMA da EXPO “Alimentando o Planeta, Energia para a Vida” e que maior legado deixa para o futuro da humanidade.

O concurso, organizado pela Class Editori e Laureate International Universities, tem por base a avaliação de estudantes de todo o mundo e de reputados especialistas de design e arquitetura, e tem como objetivo distinguir os projetos que mais contribuem para a inovação na arquitetura e no design, nas vertentes da funcionalidade e da sustentabilidade.

O Pavilhão de Angola recebeu ainda o Prémio Especial (WAA) pela Associação Mundial de Agronomia, atribuído em conjunto com a Ordem Italiana dos Engenheiros Agrónomos e Florestais, na competição Class Expo Pavilion Heritage Awards. Nesta competição, superou os favoritos, conseguindo o 1.º lugar, à frente do Pavilhão Zero, em representação da ONU e FAO, e do Pavilhão de Israel.

Angola recebeu também a Medalha de Prata do Bureau International d’Expositions, prémio que é considerado um dos mais importantes da exposição, conquistando o segundo lugar na categoria para Melhor Desenvolvimento do Tema da Exposição, centrada nas práticas de alimentação e de nutrição.

A Medalha de Ouro Institucional atribuída ao Steering Committee da Expo pelo BIE – Bureau International d’Expositions foi entregue à presidente do comité diretor dos comissários-gerais e também comissária-geral de Angola, Albina Assis Africano. Com o reconhecimento do excelente trabalho à frente da estrutura coordenadora dos comissários-gerais dos 145 países participantes, a comissária angolana foi a primeira africana a receber uma distinção deste nível no seio do BIE.

O prémio especial WE – Women for Expo com a colaboração da ARC VISION – Women and Architecture, uma iniciativa especial da EXPO e do Italcementi Group que reconhece o contributo das mulheres arquitetas foi atribuído à arquiteta Paula Nascimento, membro da equipa responsável pelo projeto do Pavilhão de Angola.

Angola: Alimentação e Cultura Educar para Inovar

A participação de Angola na Expo de Milão 2015 quis ir além da resposta ao desafio lançado pela organização com o tema “Alimentando o Planeta, Energia para a Vida”, mostrando também os princípios da cultura e do papel da educação na inovação. A comissária-geral de Angola para a EXPO Milão, Albina Assis Africano, sublinhou o objetivo da presença de Angola em Milão: “Apresentar a identidade angolana, país do coração de África e divulgar toda a riqueza e diversidade da arte e culinária angolana.”

Com uma arquitetura inspirada num escultural imbondeiro, o Pavilhão de Angola distingue-se pela sua fachada original e imponente, pela sua excelente localização e implementação no espaço. Um espaço interativo e vanguardista que faz uma simbiose das tradições da alimentação com a educação para um futuro sustentável da terra e das pessoas.

Pavilhão de Angola

O espaço de exposição e a programação temporária foram outros dos seus pontos fortes. O espaço, composto por áreas expositivas e de lazer, áreas de restauração e jardins, revelou-se ao público como um lugar único, permitindo a realização de uma viagem sobre o país, a descoberta do seu património alimentar e gastronómico e o conhecimento das tradições culinárias angolanas, produtos, rituais e cerimónias.

Do mar ao campo de Angola, da semente à produção e consumo, da nutrição à alimentação, os visitantes são levados através de uma viagem que percorre as fontes de alimento, trabalho e cultura. A dieta angolana serviu de mote para a educação para as práticas e estratégias de crescimento sustentáveis. São quatro percursos expositivos paralelos que se complementam e se desenvolvem em torno do contexto ambiental, social, gastronómico e cultural de Angola.

O imbondeiro, árvore sagrada e fonte de alimento, colocado no centro do pavilhão, é o ponto de partida para esta viagem cultural e gastronómica, através da alma e expressão Angolana e dos recursos da terra. O tronco e ramos da árvore, com os seus frutos, representam a força e o papel da mulher angolana. A figura feminina é homenageada como guardiã da tradição e promotora da educação, essencial na produção e preparação de alimentos, influente nos processos culturais da maternidade e da família, da higiene, saúde e segurança, da economia doméstica, da educação e transmissão da cultura e valores angolanos.

O conceito arquitectónico: o imbondeiro

Com cerca de 4 mil metros quadrados, o pavilhão angolano é o maior pavilhão de entre os participantes do continente africano e o maior que Angola já apresentou em exposições internacionais e universais.

Descrito como um dos pavilhões imperdíveis, o Pavilhão de Angola destacou-se pela excecional beleza arquitectónica e grandiosidade, sobressaindo a sua original fachada em madeira, com a inscrição Angola.

No centro do conceito arquitectónico, está o imbondeiro, árvore que simboliza a fonte de vida e de alimento, colocado estrategicamente no centro do espaço e que assina o ponto de partida para a viagem cultural e gastronómica à volta da cultura angolana. O Pavilhão de Angola ofereceu aos visitantes uma experiência simultaneamente recreativa e educativa, combinado a natureza e tecnologia, tradições e futuro.

0 projeto inovador teve como objectivo fundamental mostrar Angola ao mundo a partir da identidade contemporânea angolana e da sua diversidade cultural, com expressão na gastronomia e nas diversas formas de utilizar os recursos naturais. O projeto de museografia da exposição materializou-se numa experiência muito visual e emocional, sintetizada num espetáculo multissensorial.

A par da originalidade da arquitetura, a interpretação temática, os conteúdos expositivos e a riqueza das experiencias multissensoriais sobre a alimentação e a cultura mereceram o reconhecimento dos visitantes que o elegeram como um dos cinco melhores pavilhões e verdadeiramente imperdível.

A partir da ideia original da árvore expositiva central, o projeto arquitectónico desenvolveu-se em torno de uma estrutura constru-ída em madeira lamelada, privilegiando uma forma natural e de grande expressividade. A natureza é integrada de modo vivo no espaço, com jardins, árvores, trepadeiras e arbustos, oferecendo uma percepção muito próxima da imagem da natureza Angolana.

A estrutura retangular do pavilhão, marcada pelo fachada inspirada na geometria típica dos têxteis artesanais angolanos, divide-se em quatro níveis, um jardim e diferentes áreas expositivas.

O escultural imbondeiro, colocado no centro do pavilhão, é o ponto de partida para esta viagem cultural e gastronómica, através da alma e expressão angolana e dos recursos da terra e do mar. O tronco e ramos da árvore, com os seus frutos, representam a força e o papel da mulher angolana. A figura feminina é homenageada como guardiã da tradição e promotora da educação, essencial na produção e preparação de alimentos, influente nos processos culturais da maternidade e da família, da higiene, saúde e segurança, da economia doméstica, da educação e transmissão da cultura e valores angolanos.

Ao longo dos percursos que se podem desenvolver no pavilhão, o visitante é desafiado pelos odores e texturas dos produtos que são a base da alimentação angolana, plantas, sons, danças e tradições. Uma verdadeira viagem através da riqueza e diversidade da comida angolana para compreender a alma de Angola e para que as gerações futuras se apropriem das tradições para uma inovação sustentada das práticas alimentares.

O discurso expositivo foi construído de modo a oferecer aos visitantes uma reflexão sobre a cultura alimentar e os recursos naturais de Angola e a incentivar para a consciencialização de práticas para o desenvolvimento sustentado.

O pavilhão foi concebido de modo a permitir a complementaridade da exposição com uma estrutura muito funcional, com palcos e zonas para eventos e exposições temporárias, laboratórios e workshops, nos quais se destaca um restaurante tradicional, um restaurante laboratório e as hortas pedagógicas. Há ainda uma área dedicada às crianças.

Mostrar Angola ao mundo

0 projeto inovador, liderado pela comissária-geral de Angola, Albina Assis Africano, teve como objectivo fundamental mostrar a identidade contemporânea de Angola e a sua diversidade cultural.

“Um dos principiais objectivos da exposição é que, o visitante, ao percorrer os vários espaços, apreenda o espírito de Angola. Seja através de belos e surpreendentes cenários, de hortas pedagógicas, ou de uma deliciosa muamba”, explica a comissária.

Com a participação nas exposições mundiais, Angola procura desenvolver novas redes e consolidar uma voz africana, mostrando ao mundo o papel do continente no desenvolvimento mundial. A presença na EXPO Milão coincide com a participação de Angola na Bienal de Veneza, reforçando a projeção da imagem da contemporaneidade de Angola e também do seu compromisso com a sustentabilidade.

O Pavilhão foi visitado por inúmeras personalidades de relevo nacional e internacional. As celebrações do Dia Nacional de Angola foram presididas pelo vice-presidente de Angola, Manuel Vicente, com a participação de vários ministros angolanos e responsáveis do estado angolano. A nível internacional, destacam-se as visitas da presidente da União Africana, Nkosazana Dlamini-Zuma, de representantes do Vaticano, do Parlamento Europeu, da República de San Marino, e ainda muitos outros representantes políticos e diplomáticos do país anfitrião, entre os quais Sergio Mattarella, presidente de Itália.

O projeto arquitectónico e museológico

A direção do projeto arquitectónico e museológico é da Atlantic Alliance | Muse, que operou numa lógica de conceito chave-na-mão, tendo colaborado na concepção, arquitetura e design, museografia, produção de conteúdos e audiovisuais, engenharia, construção e tematização, coordenando uma equipa multidisciplinar e multinacional de profissionais.

A estrutura do pavilhão dá especial atenção à utilização de materiais sustentáveis e pode ser desmontada.

PAVILHÃO DE ANGOLA | EXPO MILANO 2015

Projeto de Arquitetura e Museografia
Com uma equipa experiente e um portfólio que inclui 23 pavilhões em 6 exposições mundiais e vários prémios internacionais, a MUSE – MUSEUMS & EXPOS é especialista em consultoria cultural e desenvolvimento de projetos em museus, exposições, parques temáticos e outros espaços culturais.

ELABORAÇÃO DE ESTUDO | PLANEAMENTO E CONCEPÇÃO | DESIGN E ARQUITETURA | EXECUÇÃO | DESENVOLVIMENTO | INSTALAÇÃO | COMUNICAÇÃO |GESTÃO | OPERAÇÃO

MUSEU DA CIVILIZAÇÃO MARROQUINA DA ÁGUA

Água é o tema central do novo museu de Marraquexe

A água, expressão essencial da história de todas as civilizações, e o património hidráulico são o tema central do novo museu.

Será um museu fora de muros, com um modelo museológico híbrido, com diferentes funções para preservar e dar a conhecer o património e génio hidráulico tradicional de Marrocos.

O novo Museu da Civilização Marroquina da Água visa trazer a temática da água para o centro da sociedade, disseminando informação, sensibilizando e criando uma consciência para os desafios que o desenvolvimento sustentável coloca, exigindo uma nova visão estratégica para a água. O Museu vem evidenciar o património da Escola Marroquina da Água de Marrocos, único no mundo, da sua riqueza de conhecimento, alicerçado em práticas tradicionais, que deve não somente ser preservado e mostrado mas também contribuir para se configurar como exemplo a seguir enquanto modelo de gestão sustentável e eficaz dos recursos hídricos.

Com este novo projeto, a MUSE obtém mais um importante reconhecimento da sua competência e experiência acumulada na concetualização expositiva e museográfica sobre a temática da água. Um conhecimento já materializado em projetos anteriores como são exemplo os Pavilhões Água Extrema, Pavilhão do Kuwait e Torre da Água, na EXPO de Saragoça, em Espanha.

Para a qualidade da proposta apresentada pela MUSE, contribuíram ainda a relevante experiência adquirida no âmbito científico e no âmbito da conservação e preservação do património.

O Museu da Civilização Marroquina da Água tem como grande ambição contribuir para conservar, documentar e dar a conhecer todas as realizações do génio hidráulico tradicional de Marrocos e dos Marroquinos durante o período entre o Século IX e Século XIX; apresentar todas as manifestações sociais, culturais e espirituais relacionadas coma água; e mostrar um mapeamento completo dos recursos hidráulicos de Marrocos, nas suas diferentes formas: hidrológicas, hidrogeológicas e marítimas.

Com 13 espaços temáticos desenvolvidos, o ambiente museográfico é marcado pela aplicação de recursos expositivos cenográficos diversificados, contemplando vitrinas, instalações multimédia e módulos experimentais. Destaque para o Espaço Água – Uma substância diferente das outras, dedicado aos aspetos científicos, propriedades e papel da água na natureza, com um ambiente que sugere uma atmosfera moderna e futurista inspirado nas moléculas da água.

O percurso de circulação e de implantação temática dos conteúdos desenvolve-se à volta de uma estrutura circular de três níveis, com um pátio central que unifica o espaço e que cria uma grande volumetria de altura, que proporciona um espaço cenográfico espetacular.

O projeto museológico tem como principais objetivos promover o património e o legado marroquino no desenvolvimento da engenharia hidráulica, na preservação, utilização e gestão dos recursos hídricos; relevar o papel da água enquanto condição de vida; e comunicar o seu valor como fonte indissociável do desenvolvimento.

Será também uma forma de dotar a cidade de Marraquexe de uma infraestrutura cultural de qualidade que se transformará num ícone e numa atração para todos os visitantes. Será um local de animação e de dinamização de questões sobre o tema da água com impacto à escala local e regional, promovendo exposições temporárias, ateliers de atividades pedagógicas, colóquios, seminários nacionais e internacionais.

Tem ainda como missão oferecer uma ferramenta pedagógica aos estudantes e investigadores no domínio do património hidráulico e das temáticas atuais da água. Pretende acima de tudo, ser um museu fora de muros, criando uma rede de local de património hidráulico, apoiando e preservando as tradições ainda vivas.

O modelo museológico desenvolvido reflete uma abordagem híbrida e uma pluralidade de funções:

1. Um museu arqueológico: preservar o património;
2. Um museu de ciências: promover a inovação;
3. Um centro de interpretação moderna: emocionar e gerar participação;
4. Um museu fora de muros: preservar e reabilitar o património in situ;
5. Um centro de pesquisa internacional: descobrir e comunicar.

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Expo Milano 2015

Pavilhão de Angola – Prémio Melhor Pavilhão Expo Milão 2015

Expo Milano 2015

O Pavilhão de Angola, com 5 prémios e um record absoluto de 2 milhões de visitantes, é o grande vencedor em todas as categorias, na Expo Milão 2015.

Após 184 dias de exposição, a Expo Milão 2015 que elegeu o tema “Alimentando o Planeta, Energia para a Vida” chega ao fim, com o pavilhão angolano a culminar uma admirável campanha, atingindo um amplo reconhecimento e conquistando cinco importantes prémios.

Entre estes, o Prémio de Melhor Pavilhão da Exposição Mundial Milão 2015, atribuído pela Class Expo Pavilion Heritage Awards, competição que distingue o pavilhão que melhor soube comunicar e interpretar o TEMA da EXPO “Alimentando o Planeta, Energia para a Vida” e que maior legado deixa para o futuro da humanidade.

O concurso, organizado pela Class Editori e Laureate International Universities, tem por base a avaliação de estudantes de todo o mundo e de reputados especialistas de design e arquitetura, e tem como objetivo distinguir os projetos que mais contribuem para a inovação na arquitetura e no design, nas vertentes da funcionalidade e da sustentabilidade.

O Pavilhão de Angola recebeu ainda o Prémio Especial (WAA) pela Associação Mundial de Agronomia, atribuído em conjunto com a Ordem Italiana dos Engenheiros Agrónomos e Florestais, na competição Class Expo Pavilion Heritage Awards. Nesta competição, o superou os favoritos, conseguindo o 1.º lugar, à frente do Pavilhão Zero, em representação da ONU e FAO, e do Pavilhão de Israel.

Angola recebeu também a Medalha de Prata do Bureau International d’Expositions, prémio que é considerado um dos mais importantes da exposição, conquistando o segundo lugar na categoria para Melhor Desenvolvimento do Tema da Exposição, centrada nas práticas de alimentação e de nutrição.

A Medalha de Ouro Institucional atribuída ao Steering Committee da Expo pelo BIE – Bureau International d’Expositions foi entregue à presidente do comité diretor dos comissários-gerais e também comissária-geral de Angola, Albina Assis Africano. Com o reconhecimento do excelente trabalho à frente da estrutura coordenadora dos comissários-gerais dos 145 países participantes, a comissária angolana foi a primeira africana a receber uma distinção deste nível no seio do BIE.

O prémio especial WE – Women for Expo com a colaboração da ARC VISION – Women and Architecture, uma iniciativa especial da EXPO e do Italcementi Group que reconhece o contributo das mulheres arquitetas foi atribuído à arquiteta Paula Nascimento, membro da equipa responsável pelo projeto do Pavilhão de Angola.

O projeto arquitetónico e museológico

A direção do projeto arquitetónico e museológico é da Atlantic Alliance | MUSE, que operou numa lógica de conceito chave-na-mão, tendo colaborado na conceção, arquitetura e design, museografia, produção de conteúdos e audiovisuais, engenharia, construção e tematização, coordenando uma equipa multidisciplinar e multinacional de profissionais.

A estrutura do pavilhão dá especial atenção à utilização de materiais sustentáveis e pode ser desmontada.

Com uma equipa experiente e um portfólio que inclui 23 pavilhões em 6 exposições mundiais e vários prémios internacionais, a MUSE é especialista em consultoria cultural e desenvolvimento de projetos em museus, exposições, parques temáticos e outros espaços culturais.

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Projetos Premiados

Prémios – Um portefólio diversificado e reconhecido com várias distinções

Projetos Premiados

Uma equipa experiente, distinguida com vários prémios internacionais em diferentes áreas e com um portefólio diversificado.

2016
MUSEU DO FUTEBOL CLUBE DO PORTO by BMG
Porto . Portugal . 2013
– Nomeação para Melhor Museu Europeu do Ano – European Museum of the Year Award (EMYA) – 2016

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2015
MUSEU DO FUTEBOL CLUBE DO PORTO by BMG
Porto . Portugal . 2013
– Prémio Inovação e Criatividade – Associação Portuguesa de Museologia (APOM) – 2015

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2015
ANGOLA PAVILION | EXPO MILANO 2015
BEST PAVILION – Class Expo Pavilion Heritage Awards
SPECIAL AWARD – World Class Association Of Agronomists (WAA) Class Expo Pavilion Heritage Awards
SILVER AWARD FOR BEST THEME DEVELOPMENT – Bureau of International Expositions (BIE)
WOMEN AND ARCHITECTURE ARC VISION – WE WOMEN FOR EXPO – Architect Paula Nascimento
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2013
MUSEU DE SAN TELMO
San Sebastian . Espanha . 2011
Desenho Arquiteto Juan Pablo Rodríguez Frade
EMYA 2013 – European Museum of the Year Recomendação Especial
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2009
CENTRO ARQUEOLÓGICO DE L´ALMOINA
Valência . Espanha . 2007
Desenho Arquiteto José Maria Herrera
2º lugar – EMYA 2009 – European Museum of the Year
Recomendação Especial
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2008
PAVILHÃO DOS EMIRADOS ÁRABES UNIDOS
Saragoça . Espanha . Expo Saragoça 2008
Desenho Arquiteto Joan Sibina
Medalha de Ouro – Melhor Design e Qualidade de Conteúdos
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2008
PAVILHÃO DA ARÁBIA SAUDITA
Saragoça . Espanha . Expo Saragoça 2008
Desenho de Olga Subirós
Medalha de Prata – Melhor Design e Qualidade de Conteúdos
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2008
PAVILHÃO DO KUWAIT
Saragoça . Espanha . Expo Saragoça 2008
Desenho de Sergi Ripoll & Pau Vilanova
Prémio do Público
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2007
PARQUE ARQUEOLÓGICO DAS MINAS DE GAVÀ
Barcelona . Espanha . 2007
Prémio Nacional de Arquitetura da Generalitat de Catalunya ao Arquiteto Dani Freixes e Associados.
Diploma Turístic – Fomento do Turismo da Generalitat de Catalunya
Nomeado para os EMYA 2008 – European Museum of the Year
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2007
MUSEU DA MÚSICA DE BARCELONA
Barcelona . Espanha . 2007
Prémio Projetos e Exposições 2007 da Associació de Museólgs de Catalunya, ao arquiteto Dani Freixes e Associados.
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MUSE - Aquário dos Açores - projeto da fachada

Azores Aquarium – Viagem imersiva ao mar dos Açores

Aquário dos Açores

O Aquário dos Açores é um espaço inteiramente dedicado à descoberta, interpretação e conservação do admirável Mar do Açores e de toda a riqueza do património oceânico e da biodiversidade marinha do Arquipélago dos Açores.

O projeto integral, contemplando os projetos de arquitetura e de museografia, foi desenvolvido pelas equipas da MUSE em colaboração com as equipas do Estúdio de Arquitetura Alvaro Planchuelo e da empresa açoriana Picos de Aventura.

Inspirado na magia do Mar dos Açores e nas suas características únicas, o complexo arquitetónico do Aquário dos Açores pretende afirmar-se como um marco em si mesmo. O conceito arquitetónico representa o elemento simbólico mais característico da geografia marinha dos Açores – a forma de um vulcão ou monte submarino – materializado numa grande estrutura octogonal de basalto e que é representativa da parte emergida de um vulcão. O resultado forma um conjunto uniforme de grande força cenográfica, com mais de um milhão de litros de água.

O edifício com cerca de 3 mil metros de área construída vai estar situado nas águas da marina poente das Portas do Mar, em Ponta Delgada, na ilha de São Miguel. O complexo que recorre a materiais modernos e explora transparências e reflexos estará assente numa plataforma colocada no mar e que está ligada por três passadeiras ao passeio marítimo.

Composto por um edifício octogonal, um oceanário-aquário, com um tanque principal e 10 tanques temáticos, um conjunto de salas de interpretação e de exposição permanente, o Aquário dos Açores vai revelar ao público a extraordinária geografia, geologia e relevo do Mar dos Açores e a sua enorme diversidade de biótopos, ecossistemas, paisagens, habitats e espécies de fauna e flora.

O percurso expositivo, com cinco salas interpretativas e duas zonas de aquário, vai recriar uma impressionante viagem virtual que conta as principais características do mar açoriano, desde a sua localização até aos fundos abissais. O conceito global da exposição tem como objetivo proporcionar um trajeto didático, informativa e lúdico, conseguindo proporcionar uma experiência fortemente sensorial, recorrendo a suportes expositivos imersivos, interativos e de grande formato, em sintonia com sistemas de som e de luz envolventes.

A componente museográfica tem como principal objetivo gerar a participação direta dos visitantes, envolvendo-os na interação e transmissão dos conteúdos e das atividades.

A comunicação da riqueza do património oceânico e biodiversidade marinha do Arquipélago desenrola-se em torno das temáticas principais:
– O Mar desde a Superfície;
– A Dorsal Mesoatlântica;
– Rochas na Costa;
– À descoberta do Vulcão;
– Viagem ao Fundo Abissal;
– A Ciência e o Mar;
– A Cultura do Mar – Tradição e Futuro

A coleção viva do Aquário-Oceanário vai apresentar um conjunto espetacular representativo das espécies do Mar dos Açores, privilegiando as espécies que apresentam boas condições de manutenção em cativeiro, garantindo o maior grau de liberdade possível dentro dos seus ecossistemas naturais e um contacto direto entre o público e as espécies.

O complexo integra também um auditório para 90 a 100 pessoas, um laboratório científico-pedagógico, uma doca de recuperação de mamíferos marinhos, um espaço de natação terapêutica, um centro de mergulho e um centro de observação de baleias.

Como estruturas de apoio, existirão uma cafetaria, um restaurante gourmet submarino, um bar com terraço panorâmico e uma área de loja.

Estimando-se cerca de 200 mil visitantes por ano, o Azores Aquarium, aliando o conhecimento científico do mar à tecnologia, será um equipamento único nos Açores e um valioso polo de desenvolvimento da região, com particular relevo no turismo e na economia do mar.

Em linha com as orientações de desenvolvimento sustentável da Região Autónoma dos Açores, o Aquário posiciona-se como um parque temático de referência a nível nacional e internacional. Cada exposição será projetada para promover a consciência sobre a vida animal, os seus habitats e a conservação do ambiente marinho, promovendo a educação, pesquisa e práticas sustentáveis.

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Museu do FC Porto Nomeado para Melhor Museu Europeu do Ano

Museu FC Porto

Museu FC Porto by BMG está entre os museus nomeados para o European Museum of the Year Award, a mais importante distinção de museologia europeia atribuída pelo European Museum Forum.

Desenvolvido integralmente pela MUSE, o museu do clube já tinha sido distinguido em 2015 com o Prémio Inovação e Criatividade pela Associação Portuguesa de Museologia (APOM).

Reconhecido como um dos melhores museus da europa desde que abriu ao público em 2013, o museu do Futebol Clube do Porto, ao integrar a lista de nomeados para melhor museu europeu do ano, recebe uma das mais importantes distinções europeias.

O Prémio Inovação e Criatividade pela Associação Portuguesa de Museologia (APOM) reconhece a inovação e criatividade das soluções expositivas e dos recursos museográficos para contar mais de um século de história do Clube.

Os prémios EMYA, que existem desde 1977, sob o patrocínio do Conselho da Europa, têm como objetivo a promoção e reconhecimento do trabalho dos museus na preservação e divulgação da herança cultural dos estados-membros da União Europeia.

Seguindo as Estrelas – Uma viagem ao clube e à sua identidade, memória, conhecimento e paixão
ao longo de um percurso expositivo com 27 núcleos temáticos ao longo de quase 8 mil metros quadrados.

O museu FC Porto, que sintetiza uma História de Paixão e o Caminho das Estrelas, é considerado como um dos mais inovadores museus desportivos, sendo apontado como um exemplo de referência a nível internacional.

Da ideia inicial até à gestão de projeto e execução, passando por todas as componentes – museologia, arquitetura, design, museografia, tematização, produção de conteúdos e audiovisuais, engenharia multimédia, engenharia e construção – o Museu FC foi pensado, desenhado, concebido e executado totalmente pela equipa da MUSE.

Com quase 8 mil metros quadrados, divididos em 27 áreas temáticas expositivas, auditório, loja, cafetaria e restaurante, apresenta um conceito expositivo que privilegia a interação com os visitantes, tanto a nível físico como cognitivo. Recorrendo à utilização de novas tecnologias digitais e de imersão, o museu no seu conjunto proporciona aos visitantes uma experiência de interatividade muito intensa e emotiva.

A experiência multimédia das grandes vitórias da equipa de futebol, relembrando as mais ilustres e amadas figuras do clube, o contacto próximo com um acervo de documentos raros e ainda com os principais troféus conquistados que moldaram o caráter invicto do FC Porto, são alguns dos pontos altos que se destacam no percurso da exposição.

Cada momento deste percurso está concebido para assinalar acontecimentos-chave, marcos essenciais da identidade do clube e da sua comunidade.

Com soluções artísticas, plásticas e tecnológicas completamente originais e inovadoras, os núcleos museográficos estão articulados com espaços de transição que estabelecem uma interligação com as zonas específicas alusivas a cada temática. No centro da experiência, existe um núcleo – praça central que alberga as peças-âncora – cerca de uma centena dos mais importantes troféus a nível do futebol nacional e as sete grandes taças internacionais que o clube venceu em outras tantas cidades mundiais.

– Nomeado para Melhor Museu Europeu do Ano – European Museum of the Year Award (EMYA) – 2016
– Prémio Inovação e Criatividade – Associação Portuguesa de Museologia (APOM) – 2015

Inaugurado a 28 de Setembro de 2013, dia do 120.º aniversário do clube, o Museu convida-nos a percorrer não apenas a história, mas a conhecer também a mística do FC Porto. Essa mística vencedora – resultado do saber da ambição, competência, rigor e paixão. Tanto adeptos com amantes das modalidades experimentam essa mística nos diferentes núcleos museográficos desenhados para emocionar todas as idades.

O Museu do Futebol Clube do Porto é uma experiência única, um lugar de partilha de memória, conhecimento e paixão, um espaço grandioso do ponto de vista cultural que une sócios, adeptos e amantes do futebol num projeto de cidadania e desporto que vai muito além do clubismo.

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Reportagem sobre a ECA – Porto Canal

Memória da Empresa

Memória Empresarial – Mais Valor para o Futuro

Memória da Empresa

Ao preservar a sua memória, uma empresa produz e partilha conhecimento sobre si mesma, cria mais valor sobre a visão, valores reforça a relação com as comunidades.

A memória empresarial permite salientar os momentos mais relevantes, tangíveis e intangíveis da trajetória de uma empresa ao longo do tempo. Cria conhecimento e reputação para as empresas e para as marcas.

A memória empresarial tem como objetivo principal a transformação de narrativas, a recolha e análise de documentos e de objetos, de colaboradores e fundadores da instituição, em ferramentas de conhecimento e comunicação para a valorização da identidade da empresa.

A estratégia de memória empresarial proposta pela MUSE tem um valor que ultrapassa a componente comunicacional e de marketing; visa cumprir uma função de salvaguarda e preservação do património empresarial, organização e interpretação histórica da instituição, analisando o seu papel no desenvolvimento do país e sociedade.

É um projecto multidisciplinar de gestão do conhecimento, numa abordagem de novos processos de construção, reconstituição e afirmação de identidade.

 

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